Propriedades eletro-termomecânicas de ligas monocristalinas com memória de forma a base de cobre

Gonzalez, C. H., Quadros, N. F., Araújo, C. J. de, Guénin, G. y Morin, E. M. . (2007) Propriedades eletro-termomecânicas de ligas monocristalinas com memória de forma a base de cobre. Revista Iberoamericana de Ingeniería Mecánica (11, n. 1), 2007, p. 37-45. ISSN 1137-2729

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Título Propriedades eletro-termomecânicas de ligas monocristalinas com memória de forma a base de cobre
Autor(es) Gonzalez, C. H.
Quadros, N. F.
Araújo, C. J. de
Guénin, G.
Morin, E. M.
Materia(s) http://udcdata.info/041674
Ingeniería Mecánica
Resumen As propriedades eletro-termomecânicas das ligas com memória de forma (LMF) são investigadas neste trabalho pela técnica de medições de resistividade elétrica (RE) acopladas aos ensaios de tração em função da deformação durante a execução dos fenômenos de memória de forma. Os comportamentos destas propriedades são relacionados com as modificações da estrutura cristalina, processo de reorientação das variantes de martensita e movimento das interfaces. Medições acopladas de resistividade e de tensão podem ser utilizadas para programar, monitorar e intervir no material a partir de um controle eletro-eletrônico. Assim, as informações deste estudo poderão ser aplicadas ao controle das LMF quando utilizadas como atuadores térmicos, mecânicos e/ou elétricos. Neste trabalho as medições de RE são aplicadas simultaneamente aos testes de tração num monocristal da liga de memória de forma Cu-Zn-Al. Os testes foram conduzidos nas fases austenítica e martensítica. Nos testes de superelasticidade, as variações de RE dependem diretamente da quantidade de martensita induzida por tensão. A curva da RE em função da deformação apresenta uma relação linear e sem histerese, independente da temperatura. O teste na fase martensítica mostra uma variação de RE que foi atribuída ao processo de reorientação das variantes de martensita. Uma correspondência para as medições de RE foi estabelecida para a formação de um monovariante de martensita. Este resultado pode ser interpretado como uma dependência da RE com a direção da medição (anisotropia de resistividade).
Editor(es) Universidad Nacional de Educación a Distancia (España)
Fecha 2007-01-01
Formato application/pdf
Cobertura 37
Identificador bibliuned:iberoingmecanica-2007-1-0005
http://e-spacio.uned.es/fez/view/bibliuned:iberoingmecanica-2007-1-0005
Publicado en la Revista Revista Iberoamericana de Ingeniería Mecánica (11, n. 1), 2007, p. 37-45. ISSN 1137-2729
Idioma spa
Versión de la publicación publishedVersion
Tipo de recurso Article
Derechos de acceso y licencia
info:eu-repo/semantics/openAccess
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
Tipo de acceso Acceso abierto

 
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Creado: Fri, 20 Feb 2009, 13:59:22 CET